Existe um gesto delicado em “ O Diário de Pilar na Amazônia” que atravessa o filme do início ao fim. O de apresentar a Amazônia como território vivo, simbólico e afetivo, distante da caricatura turística e mais próxima de um espaço onde cultura, memória e urgência ambiental caminham juntas. A adaptação da obra de Flávia Lins e Silva chega ao cinema com vocação clara para dialogar com o público infantil, mas carrega ambições maiores ao mirar também o imaginário coletivo brasileiro.
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